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Por que imobiliárias estão trocando o fiador pelo seguro fiança locatícia

O fiador está em extinção no mercado imobiliário. Entenda por que imobiliárias em todo o Brasil estão migrando para o seguro fiança como garantia padrão.

Por Equipe i2B6 min de leitura

O fiador foi durante décadas a garantia mais comum no mercado de locação brasileiro. Mas a realidade mudou. Encontrar alguém disposto a assinar como fiador — que tenha imóvel quitado na mesma cidade, que aceite o constrangimento, que passe na análise — é cada vez mais difícil.

O resultado: imobiliárias estão adotando o seguro fiança locatícia como garantia padrão. E os números explicam por quê.

O problema do fiador em 2026

  • Escassez: Com o aumento do crédito imobiliário, menos pessoas têm imóveis quitados para oferecer como garantia
  • Constrangimento: Pedir para alguém ser fiador é invasivo — envolve expor a situação financeira de terceiros
  • Lentidão: A análise do fiador pode levar dias ou semanas, gerando desistências
  • Risco real: Se o fiador perder capacidade financeira ao longo do contrato, a garantia se torna inútil
  • Zero receita: O fiador não gera nenhum benefício financeiro para a imobiliária

O que o seguro fiança resolve

  • Disponibilidade imediata: Qualquer inquilino com CPF pode ser analisado — sem depender de terceiros
  • Velocidade: Aprovação em 2 minutos, contrato assinado no mesmo dia
  • Segurança real: A seguradora garante o pagamento — com patrimônio e regulação da SUSEP
  • Receita recorrente: A imobiliária recebe comissão mensal durante toda a vigência da apólice
  • Processo digital: Sem papelada, sem cartório, sem presencial

A tendência do mercado

Segundo dados do mercado segurador brasileiro, o seguro fiança locatícia cresce acima de 15% ao ano. Imobiliárias de todos os portes — de grandes redes a operações familiares — estão incluindo o seguro fiança como a primeira opção apresentada ao inquilino.

Muitas já eliminaram o fiador completamente do processo. O argumento é simples: por que oferecer uma garantia lenta, arriscada e que não gera receita, quando existe uma alternativa rápida, segura e lucrativa?

Como fazer a transição

A migração é simples. A imobiliária se cadastra na i2B (gratuito, sem mensalidade), treina a equipe para usar o sistema (leva minutos) e passa a oferecer o seguro fiança como primeira opção em toda nova locação.

Os contratos existentes com fiador continuam como estão. Nos novos contratos e nas renovações, a imobiliária já apresenta o seguro fiança. Em poucos meses, a carteira inteira migra naturalmente.

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre seguro fiança

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